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Inflação de Outubro é a Menor Desde 1998, Impulsionada pela Queda na Conta de Luz

O IPCA de outubro ficou em 0,09%, o menor para o mês desde 1998, devido à queda nas contas de luz. [...]

IPCA fecha o mês em 0,09%, o menor resultado para outubro em 27 anos, influenciado pela redução na tarifa de energia elétrica.

O IPCA de outubro ficou em 0,09%, o menor para o mês desde 1998, devido à queda nas contas de luz.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

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O IPCA de outubro registrou a menor variação para o mês desde 1998, ficando em 0,09%, influenciado principalmente pela queda de 2,39% na energia elétrica residencial devido à mudança na bandeira tarifária. O acumulado em 12 meses atingiu 4,68%, ainda acima da meta do governo de 3%, embora abaixo dos 5,17% dos 12 meses anteriores. O grupo alimentação e bebidas apresentou estabilidade, com variações de preços entre diferentes produtos. O Banco Central mantém a taxa Selic em 15% ao ano para controlar a inflação, com projeções do mercado financeiro indicando inflação de 4,55% para 2025.

A inflação oficial medida pelo IPCA fechou outubro em 0,09%, o menor resultado para o mês desde 1998. A principal influência para esse resultado foi a redução nas contas de luz, que compensou as pressões de outros setores.

Em setembro, o IPCA havia sido de 0,48% e, em outubro de 2024, de 0,56%.

O acumulado em 12 meses ficou em 4,68%, abaixo dos 5,17% registrados nos 12 meses anteriores. Apesar da melhora, o índice ainda se mantém acima da meta do governo, que é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Segundo o IBGE, a energia elétrica residencial teve recuo de 2,39% no mês, com impacto de -0,1 ponto percentual no IPCA. Essa redução se deve à mudança na bandeira tarifária, que passou de vermelha patamar 2 para patamar 1, diminuindo a cobrança extra nas contas de luz.

Impacto nos Grupos de Despesas

O grupo alimentação e bebidas, que tem o maior peso no IPCA, apresentou estabilidade, com variação de apenas 0,01%. Houve quedas nos preços do arroz e do leite longa vida, mas altas na batata-inglesa e no óleo de soja.

Outros grupos também apresentaram variações, como habitação (-0,30%) e vestuário (0,51%).

O Banco Central mantém a taxa Selic em 15% ao ano, buscando conter a inflação. As projeções do mercado financeiro indicam que a inflação deve fechar 2025 em 4,55% e a Selic em 15%.

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