Incerto sobre decisões de Trump, Netanyahu SE prepara para possíveis ações contra o Irã

Benjamin Netanyahu estava ciente das negociações de cessar-fogo entre EUA e Irã, mas não sabia qual seria a decisão de Donald Trump. Israel SE preparava [...]

Durante as negociações de cessar-fogo entre os EUA e o Irã, Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, estava a par do avanço das discussões, mas sem certeza sobre a escolha que seu aliado, Donald Trump, tomaria. Fontes israelenses indicaram que, enquanto SE preparavam para uma possível prorrogação do prazo, as forças armadas de Israel permaneciam em alerta para uma possível escalada de conflitos.

De acordo com informações de três fontes, planos para uma operação conjunta entre os EUA e Israel foram elaborados, com alvos na infraestrutura do Irã já definidos. Um alto funcionário israelense comentou que a decisão final caberia a uma única pessoa, referindo-SE a Trump, e que havia pressões de pessoas próximas ao presidente para que as negociações fossem concluídas.

O vice-presidente JD Vance, que SE encontrava na Hungria apoiando Viktor Orbán, aliado do movimento Make America Great Again, foi destacado como alguém com papel significativo nesse processo. Netanyahu foi informado sobre a decisão de Trump pouco antes de sua divulgação ao público.

Em um pronunciamento nesta quarta-feira (8), Netanyahu declarou que o cessar-fogo foi estabelecido “em plena coordenação com Israel”, garantindo que o país não ficou surpreso com o desfecho das negociações. Apesar de sua consciência sobre a possibilidade de um cessar-fogo temporário, Netanyahu demonstrou ceticismo quanto à viabilidade do acordo, mesmo com o progresso nas conversas da terça-feira.

Uma fonte que acompanhou as negociações revelou que Israel trabalhou ativamente com os EUA para assegurar que o Líbano não fosse incluído nas exigências iranianas para o cessar-fogo. Netanyahu expressou suas preocupações em relação ao enriquecimento de urânio pelo Irã e o desenvolvimento de mísseis balísticos, além de destacar a necessidade de conter as atividades dos aliados do Irã na região.

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