Na tarde de quarta-feira (27), o centro de Campo Grande foi palco de uma situação de risco quando Um Fusca pegou fogo enquanto trafegava pela Rua 14 de Julho, localizada entre as ruas 15 de Novembro e 7 de Setembro. A fumaça e as chamas alarmaram motoristas e transeuntes que passavam pelo local, resultando em um momento de apreensão.
Matheus de Almeida, proprietário do veículo, relatou que seguia seu trajeto habitual quando um motociclista o alertou sobre a fumaça saindo do carro. Em um relato descontraído, ele comentou: “Recebi avisos de um rapaz na moto, que apontava e dizia que meu carro estava pegando fogo. Imediatamente, desliguei o motor, parei o veículo e comecei a retirar meus pertences.” Ao abrir o capô, Matheus se deparou com as chamas subindo, o que aumentou ainda mais sua preocupação.
A falta de um extintor no Fusca complicou a situação, mas a solidariedade de pessoas que trabalhavam nas lojas próximas fez a diferença. Um rapaz de uma das lojas se prontificou a ajudar, trazendo um extintor. Com mais dois voluntários ao seu lado, conseguiram controlar e extinguir o fogo antes que a situação se agravasse.
O incêndio pode ter sido causado pela soltura de um cano de combustível, que, estando próximo ao escapamento, acabou gerando as chamas. Apesar do susto, felizmente, não houve feridos. Após o incidente, Matheus levou o Fusca para uma oficina mecânica a fim de investigar a causa do incêndio. Ele descreveu o episódio como “um susto miserável”, embora tentasse levar o ocorrido na esportiva.
O Fusca, adquirido há dois anos, representa mais do que um simples veículo para Matheus; é um projeto de restauração que ele tem tocado com carinho. “Desde que comprei, estive em várias oficinas para realizar os reparos necessários. Estava quase tudo pronto e, além disso, até criei um canal dedicado a ele”, explicou.
O vínculo de Matheus com o Fusca é intenso, especialmente por causa da paixão de sua filha pelo carro. “Minha filha é fã dele e até me pediu para não vender. Ela diz que quando crescer, quer o Fusca para ela”, revelou o proprietário. No entanto, o recente incidente o fez repensar seus planos: “Agora, com o incêndio, estou na dúvida se continuarei com a restauração ou se vou colocá-lo à venda”, lamentou Matheus.