Identificação por Digitais Viável para Apenas Uma Vítima de Acidente Aéreo

A identificação de apenas uma das vítimas do acidente aéreo ocorrido na última terça-feira na região da Fazenda Barra Mansa, em Aquidauana, será possível através [...]

A identificação de apenas uma das vítimas do acidente aéreo ocorrido na última terça-feira na região da Fazenda Barra Mansa, em Aquidauana, será possível através de exame necropapiloscópico. O procedimento, que analisa impressões digitais em corpos carbonizados ou em estado avançado de decomposição, é a única esperança para o reconhecimento imediato.

A delegada do Dracco acompanha de perto os trabalhos no local do acidente, contando com o apoio da Polícia Civil de Aquidauana, responsável pela necrópsia e contato com as famílias.

A análise inicial não permitiu a identificação através de documentos ou papiloscopia comum do arquiteto Kongjian Yu, do cineasta Luiz Fernando Feres da Cunha Ferraz, do documentarista Rubens Crispim Júnior e do piloto Marcelo Pereira Barros.

A equipe especializada de Campo Grande, aguardada no local, realizará o exame necropapiloscópico no corpo classificado inicialmente como número 4. Há uma forte suspeita sobre a identidade desta vítima, baseada em sua localização dentro da aeronave. Contudo, a confirmação é crucial para garantir a entrega correta dos restos mortais às famílias.

Para os demais casos, a identificação dependerá do confronto de DNA, para o qual amostras genéticas já foram coletadas das famílias. O filho do piloto, de 8 anos, forneceu material genético que, junto com os demais, será encaminhado para Campo Grande.

Enquanto a maioria dos familiares das vítimas reside em São Paulo, os parentes do piloto, apesar de ele residir em Mato Grosso do Sul, também são do interior paulista. A ex-mulher e o filho estavam na cidade no momento da tragédia.

O consulado está auxiliando os familiares do arquiteto chinês na obtenção de um visto emergencial para virem ao Brasil. A viagem, contudo, deve levar cerca de 24 horas até Campo Grande.

Leia mais

Rolar para cima