Um homem morreu após ser baleado pela polícia ao invadir o Instituto Lar do Progredir Infinito, que atende crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.
Ele havia vindo de Campinas, no interior de São Paulo, para visitar os responsáveis pela instituição. Horas depois, surtou, exigiu que as pessoas se ajoelhassem, disse que iria acender velas e passou a agredir e ameaçar quem estava no local. Ele afirmava que iria 'purificar' o ambiente, que estaria contaminado.
No momento da invasão, havia seis crianças na instituição. Elas foram retiradas com segurança pelas pessoas que estavam no local, e a polícia foi acionada. Com a chegada das equipes, o homem avançou contra a viatura mesmo após os policiais ordenarem que parasse. Os PMs atiraram e ele foi atingido no peito e no abdômen.
O delegado responsável afirmou que se trata de um caso grave e que a ação da polícia ocorreu em defesa da vida das pessoas presentes. A mãe do homem havia registrado boletim de ocorrência contra o filho na segunda-feira, relatando agressões e comportamento perturbado. Ela contou que ele frequentava uma seita e costumava agredir o pai, já falecido.