O Ministério de Minas e Energia afirmou que intensificou o monitoramento nos preços dos combustíveis apesar do impacto considerado pequeno que a guerra no Irã provoca na cadeia brasileira até o momento. A pasta também minimiza a participação dos países do Golfo Pérsico nas importações brasileiras de combustíveis.
Acompanha-se a situação global e nacional, como uma eventual escalada do conflito pode elevar a pressão sobre os preços dos combustíveis. O ministério mantém atualmente uma Sala de Monitoramento do Abastecimento para acompanhar os desdobramentos da guerra.
O governo também anunciou uma ação ampliada entre a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e agentes do mercado de combustíveis no país. Por ora, o governo apura a variação dos preços registrada em algumas regiões.
Nesta terça-feira, o preço do petróleo caiu cerca de 11% depois de o presidente dos Estados Unidos voltar a afirmar que a guerra contra o Irã terá curta duração.
