O governo do presidente Javier Milei disse ter identificado vários envolvidos nos atos violentos registrados durante protesto contra a reforma trabalhista e anunciou que apresentou uma denúncia formal por terrorismo à Justiça Federal contra essas pessoas.
A acusação foi formalizada pelo Ministério da Segurança Nacional após os confrontos ocorridos na quarta-feira em frente ao Congresso argentino, em Buenos Aires, que resultaram em 71 detenções.
O documento apresentado pelo Ministério da Segurança Nacional sustenta que os atos contra a reforma trabalhista tiveram como finalidade 'gerar um cenário de terror na cidadania argentina' e tentar 'inibir o funcionamento do Congresso'.
A ministra da Segurança Nacional, Alejandra Monteoliva, afirmou que 12 agentes das forças de segurança ficaram feridos durante os confrontos e que cerca de 20 pessoas foram apontadas como envolvidas nos episódios de violência.
