Gestão em Crise de Adriane Lopes

A prefeita Adriane Lopes transformou sua imagem em um risco eleitoral concreto [...]
Foto: PREF MARACAJU - DEZEMBRO 2025 1

A prefeita Adriane Lopes conseguiu algo raro na política local: transformar a própria imagem em um risco eleitoral concreto às vésperas de 2026. A greve dos motoristas de ônibus foi apenas o estopim. A crise expôs uma gestão sem comando, sem resposta rápida e sem empatia com a população.

A prefeita coleciona desgaste com servidores, conselhos municipais, imprensa e até aliados. Uso questionado de recursos da saúde, supersalários disfarçados, plano fiscal que aperta a máquina, mas não entrega serviços, polêmicas envolvendo patrimônio público e uma comunicação institucional que prefere o silêncio ao enfrentamento.

Nos bastidores, o movimento é claro. Políticos que pensam em 2026 evitam fotos, agendas conjuntas e qualquer associação direta com Adriane. O cálculo é simples: colar nela é perder voto. A prefeita virou sinônimo de crise permanente, improviso administrativo e desgaste contínuo.

Se Adriane não conseguiu preservar nem o próprio capital político, a pergunta que fica é outra: por que alguém apostaria o futuro eleitoral ao lado de uma gestão que transformou a Prefeitura em um problema para quem governa e para quem governa junto?

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