Filha é acusada de matar pais em MS e vizinhos fazem comparações a Suzane Richthofen

Maria Clair Luzni e Vilson Fernandes Cabral foram assassinados em Anastácio a mando da filha, que confessou o crime e teria filmado a mãe durante [...]
Foto: (Foto: Madu Livramento, Jornal Midiamax)

O assassinato de Maria Clair Luzni e Vilson Fernandes Cabral em Anastácio chocou a comunidade local. O casal foi encontrado sem vida em sua residência, com a filha, Maria de Fátima Luzni Fernandes, de 26 anos, confessando ser a mandante do crime. Ela se apresentou à polícia alegando que queria apenas "dar um susto" no pai. Informações da vizinhança indicam que Maria de Fátima pode ter filmado a mãe durante a execução, o que gerou comparações com o caso de Suzane von Richthofen.

O crime ocorreu na noite de 28 de março, e a filha foi presa dois dias depois, juntamente com seu companheiro, Wedebrson Haly Matos da Silva, que também está detido, mas nega participação. O caso se complicou ainda mais com a morte de David Vareiro Machado, apontado como um dos envolvidos na execução, e de Wellington dos Santos Vieira, que morreu em confronto com a polícia.

Moradores relataram que ouviram gritos e choro da vítima durante o crime, com uma moradora destacando que Maria Clair tentou pedir socorro. Além disso, a vizinhança mencionou que a família enfrentava constantes brigas, e a filha frequentemente ameaçava o pai. As motivações alegadas por Maria de Fátima incluem um desacordo sobre a venda de uma casa da família.

A delegada Tatiana Zynger, da Delegacia de Anastácio, afirmou que as versões dos envolvidos são diferentes e inconsistentes. A filha declarou que foi convencida pelo companheiro a agir contra os pais devido a um desentendimento sobre o valor da venda de um imóvel da família, que estava avaliado em R$ 120 mil.

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