O escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) anunciou a abertura de uma investigação contra o Brasil e outros países por práticas comerciais desleais. A nova apuração visa determinar se políticas e atos desses países incentivam o trabalho forçado, o que poderia criar vantagens de custo artificiais e prejudicar a economia americana.
O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, destacou que as investigações avaliarão se os governos estrangeiros tomaram medidas adequadas para proibir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado. A falha em erradicar essas práticas impacta negativamente trabalhadores e empresas nos EUA.
A investigação é baseada na Seção 301 da Lei de Comércio americana, criada em 1974, que busca apurar práticas desleais que afetam o comércio do país. O governo Trump informou que iniciou consultas com os países investigados e que audiências relacionadas a essas investigações ocorrerão em 28 de abril.
As partes interessadas devem enviar comentários por escrito e solicitações para comparecer às audiências até 15 de abril de 2026, conforme comunicado do USTR.