Estudante de Medicina é brutalmente assassinada com 67 facadas no Paraguai

Julia Victoria Sobierai Cardozo, de 22 anos, foi encontrada morta em seu apartamento em Ciudad del Este. O ex-namorado é o principal suspeito do crime. [...]
Julia Vitoria Sobierai Cardoso é de Santa Catarina e foi assassinada no Paraguai

A Estudante de Medicina Julia Victoria Sobierai Cardozo, de 22 anos, foi assassinada de forma brutal, com 67 facadas, em seu apartamento localizado na Área 3, em Ciudad del Este, no Paraguai, na última sexta-feira, dia 24. O principal suspeito do homicídio é o ex-namorado da vítima, Víctor Rangel Aguiar, de 27 anos, que também é Estudante de Medicina.

As autoridades encontraram uma faca e um cortador de cutículas no local do crime, além de apreenderem um aparelho celular pertencente ao irmão do suspeito. A Justiça paraguaia já expediu um mandado de prisão contra Víctor, que é suspeito de ter fugido para o Brasil após o crime.

O promotor responsável pelo caso, Osvaldo Zaracho, comentou sobre a possibilidade de fuga do suspeito, ressaltando que o crime ocorreu entre 11h e 12h, e que a polícia foi informada somente por volta das 17h. Isso levanta preocupações sobre a possibilidade de que Víctor tenha deixado o país antes da sua captura.

Julia, natural de Santa Catarina, foi descoberta morta por sua colega de quarto, que havia retornado da faculdade. A amiga presenciou uma discussão entre Julia e o ex-namorado na manhã do dia do crime e, ao chegar ao apartamento, encontrou o corpo da estudante.

A violência contra a mulher continua a ser um problema significativo, e casos como o de Julia ressaltam a necessidade de medidas efetivas de proteção. Em Campo Grande, a Casa da Mulher Brasileira oferece apoio e serviços de atendimento, incluindo a Defensoria Pública e o Ministério Público, disponíveis 24 horas por dia. Além disso, a Patrulha Maria da Penha atua para proteger mulheres vítimas de violência.

A tragédia envolvendo Julia Victoria Sobierai Cardozo se insere em um contexto alarmante de feminicídio, que exige atenção e ações efetivas para prevenir novos casos e garantir a segurança das mulheres. As autoridades seguem investigando o caso e buscando a prisão do suspeito.

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