A ação dos EUA que capturou o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, foi uma surpresa para muitos. O planejamento da operação estava em andamento há meses e incluía ensaios detalhados. As tropas de elite dos EUA criaram uma réplica exata do esconderijo de Maduro e praticaram como entrariam na residência fortemente fortificada.
A CIA tinha uma pequena equipe na Venezuela desde agosto, que foi capaz de fornecer informações sobre o padrão de vida de Maduro, o que tornou a captura dele mais fácil. Duas outras fontes disseram que a CIA também tinha um “ativo” próximo a Maduro que monitorava seus movimentos e estava pronto para identificar sua localização exata à medida que a operação se desenrolava.
Com as peças no lugar, Trump aprovou a operação há alguns dias, mas os planejadores militares e de inteligência sugeriram que ele esperasse por condições climáticas melhores e menos nuvens. Às 22h46 de sexta-feira, no horário de Washington, Trump deu o aval final para o que seria conhecido como Operação Resolução Absoluta.
Então, Trump assistiu a uma transmissão ao vivo dos eventos cercado por seus assessores na mansão de Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida. O presidente afirmou que nunca viu nada parecido com isso, após a conclusão da missão.