Ricardo Eboli Gonçalves Ferreira, engenheiro agrônomo formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, morreu nesta terça-feira (10) aos 60 anos. Ele era fiscal ambiental e havia cumprido mandato como vice-prefeito de Corumbá entre 2009 e 2012, assumindo interinamente a Prefeitura em janeiro de 2012.
Durante sua carreira, Eboli integrou o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) em diferentes funções, como diretor de Licenciamento Ambiental entre 2013 e 2017, e diretor-presidente do órgão até setembro de 2019. Também foi secretário adjunto de Meio Ambiente em Mato Grosso do Sul de 1995 a 1997 e secretário municipal de Meio Ambiente em Corumbá, de 2006 a 2008.
O prefeito de Corumbá, Dr. Gabriel Alves de Oliveira, ressaltou seu legado em políticas socioambientais e gestão pública, marcados por compromisso técnico e ético. Autoridades municipais e estaduais manifestaram pesar pela morte no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Campo Grande, cidade onde Eboli residia.
A causa do falecimento ainda não foi divulgada, mas ele foi vice de Ruiter Cunha, que havia falecido em novembro de 2017 na mesma cidade.