Divina Célia Garcia apresenta seu novo livro ‘Julho 1972’ em evento em Naviraí

A escritora Divina Célia Garcia lançou sua décima obra, 'Julho 1972', em Naviraí, celebrando superação e arte em sua trajetória literária. [...]
Foto: Foto: Reprodução Redes Sociais

Recentemente, a Associação Comercial e Empresarial de Naviraí (ACEN) foi palco de um importante evento literário, onde a escritora local Divina Célia Garcia apresentou sua décima obra, intitulada "Julho 1972". A noite foi marcada por um sentimento de gratidão e pela celebração de UMA trajetória repleta de superações e arte.

A narrativa do livro remete ao mês e ano de nascimento da autora, que, apenas seis meses após seu nascimento, enfrentou a poliomielite. Essa experiência, que lhe impôs limitações físicas, também deu início a UMA jornada de renascimento, transformando adversidades em força e resiliência.

Maria Divina, mãe da autora, foi UMA figura essencial nesse percurso, oferecendo acolhimento e apoio incondicional. Em meio a orações e tratamentos improvisados, Divina cresceu em um ambiente modesto, onde aprendeu a valorizar a vida, mesmo com os desafios que enfrentou.

A escrita de Divina tornou-se UMA forma de resistência e liberdade. Apesar das limitações físicas e de UMA educação rural precária, ela utilizou a palavra como seu meio de expressão. Sua cadeira de rodas, ao invés de ser um obstáculo, se transformou em UMA extensão de seu corpo, permitindo-lhe explorar novas oportunidades e compartilhar seus sonhos literários.

"Julho 1972" não segue UMA estrutura narrativa convencional, refletindo a maneira única de Divina escrever. A obra é um testemunho de sua capacidade de transformar dores e dificuldades em poesia e lições de vida.

Com UMA trajetória autodidata, Divina se definiu como UMA "essência feminina sobre quatro rodas". Seu livro se apresenta como um farol de esperança e resiliência, demonstrando que o amor e a arte podem se reinventar, superando barreiras e celebrando a vida.

Com informações olhar67.com.br

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