Detento de organização criminosa do Paraná permanece na Máxima de Campo Grande há um ano

Detento de 42 anos, líder de organização criminosa no Paraná, cumpre pena na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande há um ano, mesmo preso [...]
Policiais durante a Operação Matrioska. — Foto: Policiais durante a Operação Mat

Um detento de 42 anos, identificado como líder de uma organização criminosa no Paraná, está preso na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande há cerca de um ano. Ele foi alvo da Operação Matrioska e, mesmo encarcerado, gerenciava o tráfico de drogas de forma organizada, coordenando rotas e distribuição de entorpecentes, além de gerenciar recursos financeiros por meio de contas de terceiros.

Durante uma vistoria em sua cela, foram encontrados sete aparelhos celulares. O detento trabalha na limpeza da penitenciária e não recebe visitas. Em 2016, ele foi preso por assassinar a ex-mulher em Ponta Porã, utilizando apoio de narcotraficantes para cometer o crime e fugindo para o Paraguai antes de ser recapturado no Paraná.

As investigações da Operação Matrioska iniciaram em agosto de 2025, após a prisão de uma mulher com mais de 2 kg de crack. O grupo criminoso, liderado pelo detento, era responsável pela aquisição, transporte e distribuição de drogas, além da movimentação de valores relacionados ao tráfico.

Além disso, as investigações revelaram que o grupo utilizava principalmente mulheres para transportar os entorpecentes, que eram disfarçados nos corpos e levados de Mato Grosso do Sul para Pato Branco, no Paraná, muitas vezes acompanhados por filhos para evitar suspeitas.

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