O ministro da Justiça Wellington César Lima e Silva oficializou a demissão de Everaldo Monteiro de Assis, ex-policial federal condenado pela participação na execução de Marcel Colombo, conhecido como 'Playboy da Mansão'. O crime ocorreu em outubro de 2018 e resultou na condenação de Everaldo por improbidade administrativa, conforme publicação no Diário Oficial da União.
Em outubro de 2025, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul aumentou a pena de Everaldo e outros réus, que passou de oito para 16 anos de prisão. Investigações revelaram que ele fornecia informações sigilosas da vítima aos executores, utilizando seu cargo para proteger o grupo criminoso.
O júri popular do grupo acusado da morte de Marcel aconteceu em setembro de 2024. O crime ocorreu na Avenida Fernando Corrêa da Costa, onde Marcel foi alvo de disparos. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul indicou que Juanil Miranda seria o executor, enquanto Rafael Antunes foi responsabilizado por ocultar a arma do crime.
A motivação do homicídio foi uma briga entre Marcel e Jamil Name Filho em uma boate, que começou por causa de um balde de gelo. No dia do incidente, Marcel agrediu Jamil com um soco no nariz.