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Defesa de Bolsonaro contesta prisão preventiva e afirma que decisão “causa profunda perplexidade”

A defesa de Jair Bolsonaro contesta a prisão preventiva, alegando perplexidade e risco à saúde do ex-presidente, que já estava sob monitoramento. [...]

Advogado Celso Vilardi alega que a prisão preventiva coloca em risco a saúde do ex-presidente.

A defesa de Jair Bolsonaro contesta a prisão preventiva, alegando perplexidade e risco à saúde do ex-presidente, que já estava sob monitoramento.

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A defesa de Jair Bolsonaro manifestou perplexidade com a decretação de sua prisão preventiva, alegando risco à saúde do ex-presidente, que já utilizava tornozeleira eletrônica. O advogado Celso Vilardi contesta a decisão, afirmando que a prisão foi motivada pela convocação de uma vigília de orações, amparada pelo direito constitucional de reunião religiosa. O ministro do STF, Alexandre de Moraes, decretou a prisão preventiva devido à convocação da vigília e à comunicação de violação do equipamento de monitoramento eletrônico, indicando possível tentativa de fuga. Moraes alega que Bolsonaro pretendia romper a tornozeleira, aproveitando a confusão da manifestação convocada por seu filho.

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro expressou, em nota, “profunda perplexidade” com a decretação de sua prisão preventiva. O advogado Celso Vilardi afirma que Bolsonaro foi preso em sua residência, onde já utilizava tornozeleira eletrônica e estava sob vigilância das autoridades.

Vilardi enfatiza que o estado de saúde de Jair Bolsonaro é delicado e que a prisão pode colocar sua vida em risco. Ele anunciou que a defesa apresentará o recurso cabível contra a decisão.

A defesa argumenta que a prisão está baseada na convocação de uma vigília de orações, e que a Constituição garante o direito de reunião, especialmente para fins de liberdade religiosa.

A prisão preventiva foi decretada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, devido à convocação da vigília, considerada um possível risco de tumulto e facilitação de uma tentativa de fuga. Segundo Moraes, houve comunicação de violação do equipamento de monitoramento eletrônico de Bolsonaro na madrugada deste sábado.

O ministro do STF alega que a informação constata a intenção do ex-presidente de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga, facilitada pela confusão causada pela manifestação convocada por seu filho.

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