Defesa alega que servidor foi executado e contesta versão de legítima defesa de Bernal

A defesa da família de Carlos Roberto Mazzini afirma que Alcides Bernal cometeu uma execução ao atirar no servidor. O caso ocorreu em Campo Grande [...]
Foto: Roberto Carlos Mazzini. (Reprodução, Redes Sociais)

A defesa da família de Carlos Roberto Mazzini, de 61 anos, contesta a alegação de legítima defesa por parte de Alcides Bernal. O incidente ocorreu em Campo Grande, onde Mazzini foi baleado com dois tiros. O advogado Tiago Martinho, representante da família, afirma que o crime foi uma execução, sustentando que as imagens de câmeras de segurança mostram a situação claramente.

Martinho ressaltou que o segundo tiro foi muito provavelmente a queima-roupa, caracterizando a ação como execução. A defesa destacou que Mazzini acreditava que a casa onde ocorreu o crime já estava desocupada, com um documento de 2024 indicando que o imóvel pertencia à Caixa e estava vazio.

A família Mazzini, ainda em choque, deposita confiança no trabalho da Polícia Judiciária e aguarda os laudos que faltam no inquérito para as próximas providências. O delegado Danilo Mansur, responsável pelo caso, descartou a possibilidade de legítima defesa, considerando que a sequência dos disparos não sustenta essa alegação.

Mansur também afirmou que, embora Bernal alegue residir no imóvel, as condições observadas indicam que não era uma residência, mas sim um local utilizado como escritório. O imóvel foi arrematado por Mazzini em um leilão por R$ 2,4 milhões, após a inadimplência de Bernal no pagamento de IPTU.

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