A pressão pela volta de clássicos com duas torcidas nos estádios de São Paulo foi debatida no programa Domingol. A eficácia da atual medida de torcida única, implementada há cerca de dez anos, foi analisada pelos comentaristas, que discutiram se a restrição realmente reduz a violência entre torcedores.
Gabriel Sá defendeu a presença das duas torcidas, argumentando que a mudança não impactou a violência. Ele afirmou que a briga pode acontecer independentemente do número de torcidas presentes. O ex-jogador Michel Bastos também contribuiu para o debate, destacando que a medida de torcida única prejudica o espetáculo e que a presença de torcidas rivais é essencial para uma atmosfera vibrante.
O debate apontou duas visões principais: a preocupação com a segurança dos torcedores, que motivou a implementação da torcida única, e a defesa do futebol como um espetáculo que se beneficia da rivalidade. Os participantes concordaram que qualquer alteração na política atual deve ser acompanhada de um planejamento de segurança mais eficaz.
A discussão reflete um debate mais amplo no futebol brasileiro sobre como equilibrar a prevenção da violência com a preservação da cultura futebolística, que inclui a interação entre torcidas rivais nos estádios.
