Cuba Enfrenta Crise sem Precedentes em Meio à Política da Asfixia

Ilha enfrenta problemas de combustível, energia e economia [...]
Foto: Busca Gazeta do Povo

Em janeiro, o regime de Cuba anunciou medidas para implementar um 'estado de guerra' em meio à pressão crescente dos Estados Unidos. A crise se agravou com cancelamentos de voos, apagões recordes, racionamento de combustível e a moeda local em queda livre.

Os planos de resistência dos castristas se baseiam no conceito de 'Guerra de Todo o Povo', uma estratégia que prevê a mobilização geral da população cubana para enfrentar uma possível agressão externa. Esse discurso, entretanto, mal tem encontrado eco nas ruas, onde a vida praticamente foi paralisada com restrições ao uso do transporte público e a suspensão de contratos de trabalho.

A crescente pressão americana sobre o setor energético cubano gerou uma reação em cadeia, que afetou rapidamente o setor de turismo, um dos últimos pilares de entrada de recursos externos que sustentam o regime. O presidente dos EUA, Donald Trump, tem defendido que a ditadura não deve sobreviver até o final do ano.

O professor Robert Huish classificou a atual situação de Cuba como uma das piores catástrofes sociais e econômicas desde a revolução de 1959. Ele avaliou que a crise inédita poderá ser insuficiente para derrubar o ditador Miguel Diáz-Canel e seus aliados, considerando as diferentes armas econômicas usadas pelos EUA desde o início da década de 1960.

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