O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a recusa de aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em apoiar a operação militar contra o Irã. Os países-membros têm evitado envolvimento militar, alegando que o conflito não ativa os mecanismos de defesa da aliança. No entanto, estão sendo cada vez mais pressionados a agir.
O presidente americano ainda disse que a manobra militar para reabertura do estreito seria simples e que resolveria a disparada do preço do petróleo – desencadeada pela guerra na região. "É tão fácil para eles fazer isso, com tão pouco risco. COVARDES, e nós VAMOS LEMBRAR!", afirmou.
Apesar da recusa em aderir à guerra, o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, afirmou que os países da aliança estão discutindo a melhor maneira de reabrir o estreito de Ormuz. Segundo ele, há consenso entre os membros da aliança de que a rota precisa ser restabelecida, e os aliados trabalham coletivamente para encontrar uma solução.
Em comunicado conjunto, os governos de Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Canadá – que integram a Otan – e o Japão, parceiro estratégico da aliança e aliado próximo dos EUA, condenaram os ataques do Irã contra embarcações comerciais no Golfo e o fechamento de fato do Estreito de Ormuz por forças do regime islâmico.
