Candidatos aos cargos do Concurso Público Nacional Unificado (CNU) almejam salários maiores e melhores condições de trabalho.
Servidores públicos e recém-formados participam da segunda edição do CNU, de acordo com a Agência Brasil. Cargos, salários e jornadas são atrativos.
A segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2025) tem atraído um público diversificado, incluindo servidores em busca de melhores oportunidades e recém-formados. Em Brasília, onde se concentra grande parte das 3.652 vagas, muitos candidatos almejam salários mais altos e jornadas de trabalho mais adequadas.
Lívia Blandina, 40 anos, atualmente ocupante de um cargo temporário no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), é uma das participantes. Segundo a Agência Brasil, a arqueóloga se prepara desde julho para o CNU, buscando uma vaga no Bloco Temático 2 (Cultura e Educação).
Outra candidata, Rosana Silva, professora concursada há 12 anos na rede pública do Distrito Federal, busca uma vaga no Bloco 5 (Administração). Ela relata a falta de perspectivas de crescimento na carreira e a sobrecarga de trabalho em casa como motivos para tentar uma vaga no governo federal. Rosana, que leciona português para 200 alunos, possui especialização e mestrado, e recebe R$ 8 mil líquidos por mês.
Fabiano Schelb, 32 anos, recém-formado em direito, também está entre os candidatos. Ele busca uma vaga no Poder Executivo, aproveitando a predominância de conteúdo em direito no Bloco 7 (Justiça e Defesa). Schelb chegou ao centro universitário na Asa Norte, em Brasília, por volta das 10h50, conforme detalha a Agência Brasil.
A experiência da primeira edição do CNU no ano passado tem ajudado Schelb, mas ele destaca as dificuldades com questões de matemática. No ano anterior, ele obteve bom desempenho em direito e português, mas teve dificuldades em matemática. A disputa pelas vagas ocorre em diversas localidades, incluindo Brasília, Rio de Janeiro, São Luís, São Paulo e Tabatinga.