A China está expandindo sua capacidade para produzir ogivas nucleares, de acordo com imagens de satélite captadas e analisadas por organizações sem fins lucrativos. A descoberta sugere que a China está reformulando rapidamente uma rede de instalações usadas para fabricar componentes de ogivas com capacidade nuclear.
A rápida expansão do programa de armas nucleares do país asiático sugere que o Exército chinês está se preparando para uma corrida armamentista total com as outras potências mundiais. As imagens de satélite revelam que Pequim acelerou drasticamente a atividade em locais-chave envolvidos na produção de ogivas nucleares.
Os pesquisadores avaliam que as brigadas nucleares estão sob alerta elevado e podem estar adotando uma postura de lançamento sob aviso, o que significa que a China estaria preparada para retaliar assim que um ataque com mísseis fosse detectado. A produção de componentes nucleares está espalhada por todo o território, e o Exército chinês expandiu os locais de teste e campos de silos de mísseis desde aproximadamente 2020.
A única instalação publicamente identificada ligada à produção de núcleos de plutônio na China é a de Pingtong, localizada em uma área montanhosa da província de Sichuan. A expansão das atividades militares secretas da China no Deserto de Gobi também foi revelada recentemente, onde está localizada uma extensa instalação que chega a ser comparada à Área 51, uma instalação ultrassecreta dos Estados Unidos localizada no deserto de Nevada.