Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, por volta das 3h no horário de Brasília, forças dos Estados Unidos realizaram uma operação que mudaria o curso recente da política latino-americana. Em uma ação descrita por Washington como “conjunta com autoridades policiais”, o ditador venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados em Caracas.
Uma semana depois, a operação continua a reverberar em tribunais, chancelerias e mercados internacionais, enquanto o futuro da Venezuela permanece em aberto. A ação foi o resultado de meses de planejamento e de ensaios considerados entre os mais complexos já conduzidos pelo aparato de segurança americano.
Maduro foi alvo antigo de Washington, que o vinha classificando como criminoso há anos. Em 2020, durante o primeiro mandato de Trump, o líder venezuelano foi acusado no Distrito Sul de Nova York por “narcoterrorismo”, conspiração para importar cocaína e outros crimes. A pressão aumentou ao longo dos anos, com o valor da recompensa subindo para 50 milhões de dólares em agosto de 2025.
A confirmação da captura veio na manhã do próprio sábado (3), em uma publicação do presidente americano nas redes sociais. Trump descreveu a ação como um êxito de cooperação policial.
