Luis Pedro Scalise, arquiteto de destaque em Campo Grande, faleceu na última quinta-feira (6), aos 58 anos. Com uma carreira que se estendeu por mais de 35 anos, Scalise era reconhecido não apenas localmente, mas também nacional e internacionalmente, figurando entre os 100 arquitetos mais influentes do Brasil. Sua obra se destacou pela ousadia e o uso vibrante de cores, características que deixaram um legado significativo na arquitetura contemporânea.
A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, lamentou a morte do profissional e prestou suas condolências nas redes sociais. Em sua mensagem, ela comentou sobre a relevância das contribuições de Scalise para o estado e ofereceu solidariedade à família e amigos. "Que Deus conforte o coração de todos", afirmou a prefeita, ressaltando a importância do arquiteto para a cultura local.
Scalise estava hospitalizado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Unimed, em Campo Grande, desde o dia 21 de julho. Seu estado de saúde, conforme informado pela família na véspera de sua morte, era delicado e pediam orações. Não foram divulgadas informações sobre a causa da internação ou da morte.
Além do seu prestígio no Brasil, Luis Pedro Scalise tinha projetos em outros países, incluindo o Catar, Dubai, Abu Dhabi e Jordânia. Sua obra é lembrada por inovar a forma como a arquitetura pode dialogar com a estética e a funcionalidade, usando cores e formas que são consideradas referências na área.
A perda de Scalise deixa não só uma lacuna no cenário arquitetônico, mas também uma inspiração para futuros profissionais que desejam seguir seus passos e continuar a promover a criatividade e a inovação na arquitetura.