A explosão de um caminhão-tanque durante a lavagem no lava-jato na BR-163 expôs um histórico de irregularidades ambientais na região da Chácara das Mansões. O local, próximo ao KM 463, é alvo de multas há cerca de três anos, mas continua operando após as fiscalizações, segundo denúncia de uma moradora.
A Polícia Militar Ambiental (PMA) confirmou a gravidade da situação após vistoria. O estabelecimento foi multado em R$ 80 mil por crime ambiental de poluição, além de operar sem licença. A vistoria revelou a presença de petróleo in natura, evidenciando o funcionamento inadequado do sistema de tratamento de água e óleo.
A PMA aplicou duas multas: R$ 20 mil pelo dano ambiental direto e R$ 60 mil pela atividade poluidora sem licenciamento. O caso segue sob investigação, uma vez que a reincidência das infrações sugere que as punições anteriores não foram eficazes.
No incidente, um funcionário estava dentro do caminhão durante a explosão e foi socorrido em estado grave. A explosão também causou danos à estrutura do lava-jato e gerou vazamento de petróleo no solo, representando risco à saúde e ao meio ambiente.
