Briga entre travestis em Campo Grande na Vila Progresso tem cabelo queimado e acusações de roubo

Uma briga entre travestis na Vila Progresso, em Campo Grande, resultou em uma delas tendo o cabelo queimado. O caso, registrado na delegacia, envolveu agressões [...]

Confronto na madrugada de quinta-feira foi registrado em vídeo e levou a denúncias de lesão corporal dolosa e roubo majorado.

Uma briga entre travestis na Vila Progresso, em Campo Grande, resultou em uma delas tendo o cabelo queimado. O caso, registrado na delegacia, envolveu agressões filmadas.

Travestis protagonizaram uma briga violenta que culminou com o cabelo de uma delas sendo queimado, na Rua Oclecio Barbosa Martins, Vila Progresso, em Campo Grande, na madrugada da última quinta-feira (9). O incidente foi formalmente registrado na delegacia como lesão corporal dolosa e roubo majorado pelo concurso de pessoas, e as agressões foram capturadas em vídeo.

Uma das agressoras foi filmada ateando fogo ao cabelo da vítima, enquanto outras três travestis observavam nas proximidades. A ação, segundo declarações capturadas na gravação, seria um “acerto de contas”, com a agressora afirmando que a vítima “merecia” o ataque e citando um incidente anterior de cabelo queimado.

Ainda na mesma madrugada, outra gravação revelou um confronto generalizado envolvendo pelo menos seis travestis. O desentendimento inicial entre duas rapidamente escalou para uma troca de socos, chutes e puxões de cabelo. Apesar dos apelos de pessoas que tentavam separar, a briga prosseguiu e se intensificou, com algumas participantes chegando a usar garrafas de vidro. Não há informações precisas sobre a motivação da discussão inicial ou como o confronto terminou.

Uma testemunha, que optou pelo anonimato, descreveu o envolvimento de uma suposta “quadrilha”, composta por duas travestis, um homem e uma mulher. Conforme o relato, este grupo teria sido responsável por subtrair uma bolsa e dinheiro, além de cortar e incendiar o cabelo de uma travesti durante a madrugada da quinta-feira (9).

As alegações sobre a existência da suposta quadrilha e de que uma das travestis estaria foragida da Justiça, no entanto, não foram confirmadas por investigação jornalística. As autoridades seguem apurando os fatos para esclarecer todos os detalhes do ocorrido.

Leia mais

Rolar para cima