Bolsa volta a bater recorde e ultrapassa os 148 mil pontos

A bolsa de valores brasileira atingiu um novo recorde, ultrapassando os 148 mil pontos, enquanto o dólar registrou a terceira sessão consecutiva de baixa. [...]

Ibovespa fecha em alta, impulsionado por expectativas sobre tensões comerciais entre EUA e China.

A bolsa de valores brasileira atingiu um novo recorde, ultrapassando os 148 mil pontos, enquanto o dólar registrou a terceira sessão consecutiva de baixa.

A bolsa de valores brasileira alcançou um novo marco, superando os 148 mil pontos, apesar das pressões externas. O Ibovespa fechou com alta de 0,82%, atingindo 148.633 pontos.

Durante o dia, chegou a ultrapassar os 149 mil pontos, mas desacelerou após o discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed).

No mercado de câmbio, o dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,358, com uma leve queda de 0,03%. A moeda americana chegou a atingir R$ 5,33 durante a sessão, mas recuperou parte das perdas no final do dia, também influenciada pelas declarações de Powell.

O Fed, conforme esperado, reduziu as taxas de juros nos Estados Unidos em 0,25 ponto percentual. No entanto, Powell indicou que um novo corte em dezembro ainda está em aberto, ressaltando a imprevisibilidade da política monetária.

Apesar das incertezas do Fed, a expectativa em torno da reunião entre os presidentes dos Estados Unidos e da China contribuiu para o otimismo nos países emergentes. A possibilidade de redução das tensões comerciais entre as duas maiores economias mundiais favorece os exportadores de commodities, como o Brasil.

Impacto no Mercado

A valorização do Ibovespa reflete a confiança dos investidores no cenário econômico brasileiro e nas perspectivas de crescimento. A redução das tensões comerciais globais é vista como um fator positivo para o país, impulsionando o setor de commodities e atraindo investimentos estrangeiros.

A política monetária do Fed, embora incerta, continua a ser monitorada de perto pelo mercado, que busca sinais sobre os próximos passos da economia americana.

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