A base governista do Senado alega que o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, violou o regimento interno ao fazer uma contagem errada durante a votação simbólica para aprovar os requerimentos de quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Os deputados Rogério Correia e Alencar Santana disseram que vão recorrer ao presidente do Senado e do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, para anular a votação que determinou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha.
De acordo com os deputados, Viana entendeu que 16 deputados eram necessários para aprovar os requerimentos, enquanto 14 deputados se manifestaram contra a quebra. No entanto, a regra determina que a votação simbólica é feita com o presidente convocando os deputados favoráveis a permanecer sentados.
O conflito é sobre o entendimento do quórum, e os governistas alegam que a maioria simples na votação simbólica deve considerar os presentes fisicamente no momento da votação, enquanto Viana entende que o quórum é referente ao total de integrantes da CPMI.
