O sexto dia de guerra no Oriente Médio começou com uma nova escalada, com o Azerbaijão colocando suas Forças Armadas em alerta após um ataque com drones atribuído ao Irã, que atingiu um aeroporto e uma escola. O presidente azerbaijano, Ilham Aliyev, classificou o ataque como um "ato terrorista". O Exército iraniano negou a autoria e acusou Israel de orquestrar a situação para aumentar o isolamento do regime islâmico.
O Irã também reivindicou ataques a posições curdas no Curdistão iraquiano, onde se encontram grupos opositores ao regime. O país acusa os Estados Unidos de armarem essas organizações para intensificar a crise interna. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que é falso que os EUA estejam armando forças curdas com o objetivo de inspirar um levante popular no Irã.
França, Itália e Grécia firmaram um acordo para coordenar a mobilização militar em Chipre e no Mediterrâneo Oriental, visando garantir a liberdade de navegação no Mar Vermelho. O presidente francês, Emmanuel Macron, conversou com líderes italianos e gregos para organizar essa mobilização, em resposta à crescente tensão na região.
Além disso, a França anunciou o envio de uma fragata e sistemas antimísseis ao Chipre, enquanto a Itália enviará navios da Marinha militar para a mesma área. O Kremlin, por sua vez, afirmou que o conflito em torno do Irã não é sua guerra e que não pode impedir o conflito, reforçando que a responsabilidade recai sobre aqueles que o iniciaram.
