Prefeitura de Campo Grande enfrenta críticas por atraso de repasses ao Consórcio Guaicurus, gerando paralisações e transtornos à população.
Atraso de repasses ao Consórcio Guaicurus agrava crise no transporte público em Campo Grande, causando paralisações e prejudicando a população.
A Prefeitura de Campo Grande está sendo pressionada a resolver a crise no transporte público, intensificada pelo atraso no repasse de verbas ao Consórcio Guaicurus, responsável pela operação dos ônibus na cidade. O valor devido já alcança R$ 9,5 milhões, incluindo a contrapartida do governo estadual e da própria prefeitura referente ao Passe do Estudante.
O atraso nos repasses tem impactado diretamente o pagamento dos funcionários do Consórcio, culminando em paralisações que afetam a mobilidade urbana. Uma paralisação recente impediu a saída dos ônibus das garagens, causando transtornos e atrasos para milhares de passageiros.
Reações e Cobranças
Vereadores da Câmara Municipal manifestaram preocupação com a situação e cobram uma resposta efetiva da prefeita Adriane Lopes. A vereadora Ana Portela, relatora da CPI do Transporte, criticou a inércia do Executivo municipal diante do problema e alertou para a possibilidade de novas paralisações caso os repasses não sejam regularizados.
A situação é considerada caótica, com reflexos diretos no trânsito e na qualidade de vida da população. A expectativa é que a prefeitura apresente um plano de ação para solucionar a crise e evitar maiores prejuízos aos usuários do transporte público.
A regularização dos repasses é vista como medida essencial para garantir a continuidade do serviço e evitar novas paralisações.
Diante da gravidade da situação, a Câmara dos Vereadores está promovendo reuniões e buscando alternativas para mediar o conflito entre a prefeitura e o Consórcio Guaicurus. A prioridade é encontrar uma solução que assegure a normalidade do serviço de transporte público e minimize os impactos negativos para a população campo-grandense.