Vereador Beto Avelar comenta punição de médicos envolvidos no caso do filho, que ficou em estado neurovegetativo após cirurgia.
O vereador Beto Avelar (PP) comentou a punição dos médicos envolvidos no caso de seu filho, Roberto de Avelar Júnior, que ficou em estado neurovegetativo após uma cirurgia em 2022. O CRM-MS suspendeu os médicos Antônio Rodrigues de Pontes Neto e Karin Kiefer Martins por 30 dias.
Avelar expressou alívio com a punição, afirmando que o silêncio sobre erros médicos é cúmplice de novos erros. Ele espera que o caso ajude a elucidar outros casos semelhantes.
Antônio Rodrigues Pontes Neto foi condenado por causar dano ao paciente e negligência, enquanto Karin Kiefer Martins foi punida por acobertar erros médicos.
Roberto havia procurado o hospital para retirar um pino do braço. Durante a cirurgia, sofreu uma parada cardiorrespiratória e ficou em estado neurovegetativo. A denúncia aponta que o anestesista não estava presente na sala no momento da parada.
Luta por Justiça
O pai de Juninho descreve o luto diário com o filho vivo e a dor que o erro médico causou à família. Ele espera que a condenação dê forças a outras famílias que buscam justiça.
Avelar completa: “Foram anos de espera, dor e esperança… preciso seguir firme por ele, por nós e por todas as famílias que ainda esperam justiça.
Foi um passo importante na busca por responsabilidade, por verdade e, acima de tudo, por dignidade”.