Agronegócio enfrenta risco climático que muda a cada safra

Produzir alimentos no Brasil sempre foi um exercício de convivência com a incerteza climática. A maior frequência e intensidade dos eventos extremos, com secas mais [...]

Foto: Agricultura • Banco de imagens/Pexels/Flambo

Produzir alimentos no Brasil sempre foi um exercício de convivência com a incerteza climática. A maior frequência e intensidade dos eventos extremos, com secas mais longas, ondas de calor, geadas fora de época e chuvas concentradas nos últimos anos exigem do produtor decisões cada vez mais rápidas.

O agronegócio brasileiro passou a operar com um conjunto de instrumentos que combinam monitoramento climático, planejamento estatístico, crédito, seguro e manejo agrícola. No centro desse sistema está o Zarc (Zoneamento Agrícola de Risco Climático), ferramenta oficial usada pelo Mapa para prever riscos no calendário agrícola.

O Zarc não é uma previsão do tempo, mas uma avaliação estatística de risco que define, município a município, janelas de plantio com menor probabilidade de perda, servindo como referência oficial para o crédito rural, o Proagro e o PSR.

O governo reconhece que ainda há espaço para aprimorar as ferramentas, tornando-as mais claras, acessíveis e oportunas. Uma das principais iniciativas em andamento é o Zarc em Níveis de Manejo, que busca refinar a análise de risco de acordo com as práticas adotadas pelo produtor.

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