Nesta sexta-feira (12), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) anunciou a suspensão da venda do milho para pipoca da marca Provatti, que é fabricado pela Kaza Distribuidora e pela R & A Indústria, Comércio e Distribuidora de Alimentos Ltda. A decisão foi motivada pela rotulagem do produto, que apresenta a informação de que não contém glúten, embora exista uma advertência sobre a possibilidade de contaminação cruzada com trigo, indicando que pode conter esse grão. A resolução se estende também à distribuição, divulgação e ao consumo desse item.
Além da suspensão do milho para pipoca, a Anvisa publicou no DOU (Diário Oficial da União) a resolução 2.325/2026, que determina a apreensão de suplementos alimentares da marca Nutricost. O fabricante desses produtos é desconhecido. A medida abrange a proibição da comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso dos suplementos. De acordo com a Agência, esses produtos estavam sendo vendidos e divulgados em plataformas online.
Essas ações visam proteger a saúde pública, garantindo que os produtos comercializados atendam às normas de segurança e rotulagem. A Anvisa continua a monitorar o mercado para assegurar que as informações apresentadas aos consumidores sejam precisas e que não haja riscos à saúde decorrentes do consumo de alimentos e suplementos.
A decisão da Anvisa reflete a importância da Vigilância Sanitária na prevenção de possíveis riscos à saúde, especialmente em produtos alimentícios. A notificação sobre os riscos associados ao milho para pipoca e aos suplementos alimentares é um alerta para os consumidores sobre a necessidade de atenção às informações nos rótulos dos produtos que adquirem.
A suspensão do milho para pipoca da marca Provatti e a apreensão dos suplementos alimentares da Nutricost são medidas que reforçam o compromisso da Anvisa com a segurança alimentar, atuando de forma proativa para evitar a exposição da população a produtos potencialmente prejudiciais à saúde.