A defesa do homem solicitou a liberdade provisória, que foi concedida durante a audiência de custódia. Ele deve manter seu endereço atualizado nos registros e comparecer a todos os atos processuais. Em sua defesa, o acusado alegou que a responsabilidade pela aquisição dos produtos falsificados era do primo, o verdadeiro dono da loja.
Essa operação reflete o esforço das autoridades locais para coibir práticas comerciais fraudulentas e proteger os direitos dos consumidores. A atuação da Decon e do Procon-MS visa garantir que produtos de qualidade e originais sejam oferecidos aos consumidores, evitando prejuízos tanto para o mercado quanto para os consumidores finais.