Golpe virtual em Campo Grande resulta em perda de R$ 4,7 mil para mulher

Uma mulher de 42 anos foi vítima de um golpe em Campo Grande, após acreditar que sua mãe havia vencido uma ação judicial e que [...]
Foto: Pix, no site do Banco Central do Brasil. (Marcello Casal Jr., Agência Bras

Uma cidadã de 42 anos, residente na Vila Jacy, em Campo Grande, se tornou alvo de um golpe que resultou na perda de R$ 4.723. A mulher foi enganada por criminosos que se apresentaram como seu advogado e um auxiliar jurídico, informando-a sobre um suposto ganho de uma ação judicial. Segundo as informações recebidas, sua mãe teria direito a receber uma quantia de R$ 50.221,90, o que levou a vítima a seguir as instruções dos golpistas.

O golpe teve início com uma ligação de um homem que se identificou como Victor Bellini, utilizando um número de telefone com DDD 31. Este suposto representante ofereceu assistência para liberar o valor da ação judicial, garantindo que ajudaria em todo o processo. Convencida da veracidade das informações, a mulher participou de uma chamada de vídeo, onde foi instruída a compartilhar a tela do celular para acessar seu aplicativo bancário.

Durante a videoconferência, o homem alegou que seria necessário realizar um Pix para “validar a conta” que receberia o valor da ação. Acreditando na justificativa apresentada e na legitimidade do contato, a mulher transferiu a quantia de R$ 4.723 para uma conta associada ao Mercado Pago, achando que isso garantiria o recebimento do valor que lhe era devido.

Após a transferência, ela foi orientada a retornar a comunicação com o advogado. Foi somente nesse momento que a mulher percebeu que havia sido enganada. Ao tentar confirmar as informações, descobriu que o contato feito não era realmente do seu advogado e que a vitória na ação judicial era uma farsa.

Este caso evidencia a vulnerabilidade a golpes que se aproveitam da boa-fé das pessoas, utilizando artifícios para convencê-las da veracidade das informações. A situação reforça a importância de cautela ao lidar com questões financeiras e jurídicas, especialmente quando envolvem solicitações de transferências bancárias por meio de canais não oficiais.

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