Carlos Villa Alta López, de 28 anos, recebeu uma pena de 25 anos de prisão pela morte do suboficial Luis Alcibiades Peralta Dávalos, de 36 anos, integrante da Polícia Nacional. O crime aconteceu em frente ao escritório de identificação em Capitán Bado, uma cidade paraguaia que faz fronteira com Coronel Sapucaia, no Brasil, no dia 11 de junho de 2022.
A decisão foi proferida pela Circunscrição Judiciária de Amambay, após o crime ter sido registrado por câmeras de segurança. Na data do assassinato, Luis Alcibiades estava completando mais um ano de vida e foi surpreendido por Carlos, que estava acompanhado de um comparsa em uma motocicleta.
Durante a ação, o policial foi atingido por disparos de arma de fogo de calibre 9 mm. A abordagem foi rápida e resultou na morte do agente, que atuava no departamento de identificações. A gravidade do crime e a circunstância em que ocorreu chamaram a atenção das autoridades locais.
Carlos foi capturado um dia após o crime, enquanto tentava escapar para Pedro Juan Caballero. A prisão se deu em um momento em que ele já estava em fuga, o que demonstra a agilidade das forças de segurança na resposta ao homicídio.
O caso gerou repercussão tanto no Paraguai quanto no Brasil, ressaltando a violência que permeia a região de fronteira e os riscos enfrentados por policiais que atuam na linha de frente da segurança pública. A condenação de Carlos Villa Alta López é uma resposta judicial ao ato criminoso que tirou a vida de um agente de segurança em pleno exercício de suas funções.