Neto é acusado de roubar R$ 17 mil da avó acamada em Maracaju

Um homem de 21 anos é suspeito de ter furtado mais de R$ 17 mil da avó, que se encontra acamada. O caso foi registrado [...]
Ilustrativa — Foto: Ilustrativa (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Um jovem de 21 anos é investigado por ter furtado mais de R$ 17 mil de sua avó, que está acamada, em Maracaju, localizada a 160 km de Campo Grande. A denúncia foi formalizada na Delegacia de Maracaju na tarde de segunda-feira, 21, após a situação ser revelada por uma neta da vítima. Ela tentou realizar o saque do benefício referente ao mês de março, mas se deparou com a impossibilidade, uma vez que o valor já havia sido utilizado para quitar um empréstimo.

Ao perceber a irregularidade, a neta resolveu investigar a situação e dirigiu-se à agência bancária onde a idosa possuía conta. Durante a consulta, foi confirmado que um empréstimo de R$ 17.071,58 havia sido contratado em nome da avó, utilizando o aplicativo do banco da vítima. A partir dessa informação, a neta deduziu que o responsável pela transação era seu próprio irmão, que tinha sido designado para cuidar da avó devido à sua condição de saúde.

O boletim de ocorrência relata que, além de já ter contratado o empréstimo, o neto tentava realizar novas operações financeiras no nome da avó. No dia em que foi descoberto, ele já havia tentado solicitar mais empréstimos, o que reforça a suspeita de que a ação era premeditada. Ao ser abordado, o jovem admitiu ter feito um empréstimo, mas não negou as tentativas de novas contratações.

Diante do ocorrido, um boletim de ocorrência foi registrado, caracterizando o ato como furto qualificado, com a agravante de se tratar de um crime cometido contra uma pessoa idosa. O caso segue sob investigação na Delegacia de Maracaju, onde as autoridades avaliarão as evidências e determinarão os próximos passos legais.

Esse incidente destaca a necessidade de atenção e proteção aos idosos, especialmente em situações em que eles dependem de cuidados de familiares. A exploração financeira de pessoas vulneráveis é um crime grave e que deve ser combatido com rigor.

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