Neste domingo (5), Donald Trump elevou o tom de suas ameaças aos líderes iranianos, utilizando termos ofensivos em suas declarações. Em uma mensagem na rede Truth Social, o presidente americano exigiu a reabertura do Estreito de Ormuz, crucial para a rota petrolífera global, e alertou que, caso não ocorra, os iranianos viverão 'no inferno'.
Trump designou o dia 7 como o momento para a ofensiva, que ele chamou de 'Dia da Usina Elétrica e Dia da Ponte, tudo junto'. Isso sugere que a infraestrutura essencial do Irã será o alvo principal das ações americanas. A tensão aumentou após o Irã ignorar um ultimato de 48 horas dado por Trump no dia anterior.
O Estreito de Ormuz está bloqueado desde 28 de fevereiro, quando os EUA e Israel iniciaram uma operação conjunta contra o Irã. Este estreito é responsável por 20% do petróleo mundial, e desde o fechamento, o preço do barril subiu significativamente, impactando o custo do combustível globalmente.
Em resposta, Mohammad Ghalibaf, presidente do Parlamento iraniano, criticou Trump, afirmando que suas ações não trarão benefícios e que os EUA estão se colocando em uma situação precária, seguindo as diretrizes de Israel. Ele adverte que as ameaças americanas podem resultar em consequências negativas para toda a região.