A Guarda Revolucionária do Irã anunciou que lançou uma nova onda de ataques com mísseis e drones contra Israel e as bases dos Estados Unidos no Oriente Médio. Os ataques foram direcionados a infraestruturas de operações aéreas e arsenais nas bases de Camp Victory, Arifjan e Al Kharj, além de esconderijos em várias localidades de Israel e da presença americana na região.
Além disso, o Irã afirmou ter destruído um avião de controle e vigilância aérea dos EUA, conhecido como AWACS, durante um ataque à base de Al-Kharj, na Arábia Saudita. Autoridades americanas relataram que, no dia 27, pelo menos 12 militares ficaram feridos em um ataque iraniano à mesma base, com dois deles em estado grave.
O Exército dos Estados Unidos desmentiu declarações sobre supostos ataques a instalações americanas em Dubai, que teriam resultado em alto número de mortos. A nova onda de ataques ocorre em um contexto de conversas indiretas entre Washington e Teerã, com mediação do Paquistão, e o recente envio de tropas americanas para a região.
Autoridades iranianas emitiram advertências contra um possível ataque terrestre, com o presidente do Parlamento, Mohamad Baqer Qalibaf, afirmando que o Irã estaria preparado para qualquer incursão. O general Amirhosein Shafiei também ameaçou que as forças iranianas reagiriam de maneira severa a qualquer ataque terrestre dos EUA.