O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul decidiu que Aparecido do Carmo, chamado de Cidão Brasil, irá a júri popular acusado de matar Vanderlei Fogliatto, conhecido como Quarentinha. A decisão foi tomada após a negação de um recurso da defesa, que argumentava a legítima defesa e a impronúncia do crime.
O crime ocorreu em 9 de novembro de 2024, no Assentamento São Judas, em Rio Brilhante. Cidão Brasil, atualmente preso, afirmou que houve um desentendimento com Quarentinha e que, em meio à confusão, disparou contra a vítima após ter tomado posse da arma utilizada. Na ocasião, ele também feriu outra pessoa que estava presente.
A juíza Lídia Geanne Ferreira e Cândido determinou que o réu enfrentasse o júri popular. Apesar dos argumentos da defesa, o TJMS considerou que Cidão Brasil agiu de forma súbita, atacando as vítimas que estavam desprevenidas e sem possibilidade de defesa. A Justiça manteve a classificação do crime, afirmando que não houve legítima defesa no caso.