A CPMI do INSS tem apenas dois dias para discutir e aprovar um relatório que pode ter consequências políticas e econômicas significativamente. A base do governo e o centrão no Congresso dizem que vão trabalhar pela aprovação de um texto paralelo ao do relator.
O governo e o centrão atuaram quase sempre na tentativa de blindagem de investigações que atingiam o governo, em especial em relação ao filho mais velho do presidente da República. Embora as suspeitas sobre Lulinha não atinjam o centrão, o grupo tem agido em alinhamento ao governo em espera de reciprocidade no caso Master.
Caso o relatório que Gaspar deve apresentar seja rejeitado pela maioria, pode ser votado um relatório paralelo, apresentado pela maioria. Há, inclusive a possibilidade de a CPMI terminar sem um relatório aprovado.