O tenente-coronel passou por audiência de custódia por videochamada na Justiça Militar e voltou a afirmar que a esposa cometeu suicídio com a arma dele. Ele disse que sua arma pessoal está no cofre da reserva de armas do Comando de Policiamento da Área Metropolitana 5 (CPA M5). O pedido de relaxamento da prisão foi negado pela Justiça e o investigado segue preso no Presídio Militar Romão Gomes.
A investigação tramita em duas frentes: na Justiça Militar e na Justiça comum.
O caso envolve a morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada morta em seu apartamento no Brás.
A mudança de rumo na investigação ocorreu após a análise de laudos periciais, depoimentos e evidências extraídas de dispositivos eletrônicos.
