O governo costarriquenho, aliado do presidente Donald Trump, justificou a decisão expressando que há uma profunda preocupação com a deterioração dos direitos humanos no país caribenho, além do aumento dos atos de repressão contra os cidadãos.
Chaves declarou em entrevista coletiva que sua administração não reconhece a legitimidade do regime comunista em Cuba, tendo em vista os maus-tratos, a repressão e as condições indignas sofridas na ilha.
O presidente deu aos diplomatas cubanos o prazo de um mês para deixarem o país.
Em resposta, o regime de Miguel Diáz-Canel disse que a decisão foi tomada "sob pressão dos EUA" e de forma arbitrária.