Cotas representam 40,5% das aprovações no Concurso Nacional Unificado 2, informa MGI

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos divulgou que 40,5% dos aprovados no CNU 2 foram cotistas. O número é superior ao [...]
Foto: Concurso Nacional Unificado | Divulgação MGI

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) informou que 40,5% dos aprovados na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU) foram selecionados em vagas reservadas por políticas de cotas. A ministra Esther Dweck apresentou os dados nesta terça-feira (17). Dentro desse grupo, 29,7% são pessoas negras, 2% indígenas, 1,2% quilombolas e 7,6% pessoas com deficiência.

Coordenado pelo MGI e pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), o CNU 2 aprovou 3.649 candidatos de 578 municípios em todo o Brasil. As provas foram aplicadas em 228 cidades, com aprovados em 196 delas. O Sudeste concentra a maior parte dos aprovados, com 34,5%. O Nordeste segue com 29,3%, o Centro-Oeste com 25,3%, o Sul com 5,7% e o Norte com 5,2%.

Comparando com a primeira edição do concurso, em que 33,6% dos aprovados eram cotistas, o percentual aumentou para 40,5% no CNU 2. A participação de pessoas negras entre os inscritos cresceu de 18,8% para 27,7%, enquanto a procura por vagas destinadas a cotas subiu de 21,5% para 33,1%. A presença feminina também teve aumento, com mulheres representando 48,4% dos aprovados.

O resultado final do CNU 2 foi divulgado na segunda-feira (16) e agora segue para fases administrativas, como convocações e cursos de formação. Os próximos prazos incluem o início dos procedimentos para nomeação após 16 de março, e entre 6 e 10 de abril, o envio de documentação para etapas como defesa de memorial e prova oral.

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