As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram um ataque a bases fortificadas de mísseis iranianos no Estreito de Ormuz, utilizando bombas de penetração. O Comando Central das Forças Armadas americanas (Centcom) informou que os mísseis alvejados poderiam ser usados contra navios na região, vital para o transporte de petróleo e gás.
As bombas GBU-72 foram empregadas na operação, projetadas para destruir alvos fortificados e subterrâneos, com um sistema de orientação por GPS que assegura precisão mesmo em condições climáticas adversas. O ataque dos EUA ocorreu em um contexto de crescente tensão, após o Irã ameaçar embarcações ligadas a Estados Unidos e aliados.
O anúncio do ataque se seguiu à confirmação da morte de Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, em um bombardeio atribuído a Israel. A ação americana também aconteceu após críticas do presidente Donald Trump a aliados da Otan pela falta de participação em uma ação conjunta para garantir a segurança na região.
