Julgamento de Edvan da Silva Rodrigues, acusado de matar Bruna Maroto, é adiado por falta

O júri de Edvan da Silva Rodrigues, acusado de matar Bruna Maroto, foi adiado devido à falta de perícia na faca utilizada no crime. Data [...]
Júri de Edvan da Silva Rodrigues estava com uma faca na cintura no momento da pr

O júri de Edvan da Silva Rodrigues, acusado de matar Bruna dos Santos Maroto, foi adiado por falta de perícia na faca encontrada com o réu. O julgamento, que estava previsto para a manhã de sexta-feira, chegou a ser iniciado, mas foi interrompido. O defensor público solicitou o adiamento devido à ausência da análise da faca, que pode conter vestígios de sangue da vítima.

Bruna foi morta em dezembro de 2024, com marcas no corpo que indicam agressão. Embora a causa da morte tenha sido asfixia, a faca é um elemento crucial para esclarecer a presença de Edvan no local do crime. O juiz Aluízio Pereira dos Santos deferiu o pedido, e uma nova solicitação de perícia será feita.

O réu nega ter cometido o crime, e a realização da perícia pode fornecer provas que confirmem ou não sua presença na cena. O júri não possui uma nova data definida para a continuidade do processo.

Bruna foi encontrada com graves lesões em uma casa, e o suspeito confessou ter agredido a vítima durante uma discussão, resultando em ferimentos fatais. A faca utilizada no crime foi localizada na cintura de Edvan e apresentava manchas de sangue.

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