A Polícia Civil de São Paulo prendeu uma mulher suspeita de integrar uma rede criminosa envolvida na exploração sexual de crianças e adolescentes. A prisão ocorreu na zona rural de Marataízes, no Espírito Santo, durante a segunda fase da Operação Apertem os Cintos, conduzida pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
De acordo com a investigação, a suspeita é apontada como coautora de crimes como estupro de vulnerável e exploração sexual infantil, além da produção, compartilhamento e comercialização de material de abuso sexual envolvendo menores. As apurações identificaram conversas e evidências digitais que indicam a prática de estupro de vulnerável, além da produção e venda de vídeos contendo abusos contra uma criança de dois anos.
A vítima, atualmente com três anos, foi identificada e localizada pelas autoridades e está sob os cuidados de familiares. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso. Durante o cumprimento do mandado de prisão, os policiais apreenderam um celular que será submetido à perícia. A mulher foi encaminhada ao Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa de Vitória, onde permanece à disposição da Justiça.
A suspeita integra a mesma rede criminosa que já resultou na prisão de outras três mulheres em São Paulo e Guararema, além de um homem de 62 anos, piloto de avião, apontado como líder da organização. O piloto foi detido dentro de uma aeronave no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, no dia 9 de fevereiro, e é acusado de integrar uma rede de exploração sexual de crianças e adolescentes.
