A confirmação da morte de Ali Khamenei, líder supremo do Irã, ocorreu após ataques coordenados dos Estados Unidos e de Israel em Teerã e outras cidades. Khamenei, que ocupava o cargo desde 1989, foi declarado morto em decorrência dos bombardeios em sua casa oficial.
A morte de Khamenei, aos 86 anos, marca uma ruptura significativa na República Islâmica e inicia um período de incerteza quanto à sua sucessão. O processo para indicar um novo líder supremo, segundo a Constituição iraniana, envolve o Conselho de Peritos.
Os ataques que resultaram na morte de Khamenei também causaram a morte de familiares diretos, incluindo sua filha, genro e neto. O Crescente Vermelho iraniano informou que os bombardeios deixaram mais de 200 mortos no país.
A ação foi classificada de forma severa durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, sendo considerada um “crime de guerra” e “crime contra a humanidade”. A extensão total dos danos ainda não pôde ser confirmada, devido à restrição de acesso à imprensa internacional pelo regime iraniano.