Diversas lideranças de países repercutiram o ataque realizado pelos EUA e Israel ao Irã, que ocorreu no último sábado, atingindo a capital Teerã e outras cidades importantes. A Rússia aproveitou a situação para desafiar os EUA, com um de seus representantes afirmando que o Império Persa tem uma história muito mais longa que a americana e questionando a eficácia das conversas de paz do presidente Donald Trump.
O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia criticou os EUA em uma publicação, chamando as iniciativas de paz de Trump de "dissimulação" e ironizando sua postura como "pacifista". Em um comunicado oficial, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou o ataque, classificando-o como um ato de agressão não provocado contra um Estado soberano e membro da ONU.
O premiê libanês, Nawaf Salam, também se manifestou, afirmando que seu país não permitirá que seja arrastado para conflitos que comprometam sua segurança. Seu comunicado foi interpretado como uma mensagem ao grupo Hezbollah, que é apoiado pelo Irã. Salam reiterou a posição do Líbano de não aceitar aventuras que ameacem a integridade nacional.